sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A FELICIDADE DAS BORBOLETAS
Após a leitura do livro “ A Felicidade das Borboletas” os alunos do 3º Ano C – Profª Mira, desenharam a parte que eles mais gostaram.
O objetivo da leitura é trabalhar o respeito às diferenças.
LIVRO:A felicidade das borboletas
Autor: PATRÍCIA ENGEL SECCO
Editora: MELHORAMENTOS
Marcela é uma bailarina muito especial que não enxerga com os olhos, mas com o coração. Por isso, ela consegue superar seus obstáculos e conquistar seu sonho
Marcela adora música clássica. Ela diz que se sente tão bem quando ouve, mas tão bem, que pediu para a mãe matriculá-la em aulas de balé. No início, as pessoas estranharam, mas Marcela surpreendeu: aprendeu direitinho e mostrou que é possível vencer as dificuldades para fazer o que quer. E ela ficava tão feliz...
A professora ensinou-lhe todos os passos, assim como orientou as outras alunas sobre como ajudar a nova aluna a se orientar na sala e a dançar cada vez melhor. Afinal, elas iriam se apresentar no palco com um figurino lindo de borboletas ao som de uma melodia que dava a impressão de estarem voando. Só quem dança sabe.
Marcela tem nove anos e nasceu cega, por isso não sabia que bicho era esse. Suas amigas colocaram várias borboletas em suas mãos para que ela sentisse as asas e pudesse interpretar a mesma delicadeza no palco. Deu certo! Ela estreou toda bonita, guiada pela vontade de realizar o sonho e ouvindo, um pouco ansiosa, que a plateia estava lotada.
Na vida real, temos vários exemplos de bailarinos e bailarinas que não enxergam e dançam (balé, sapateado, dança moderna, de salão...) tão bem quanto qualquer outro. Aliás, você sabia que a cubana Alicia Alonso, uma das melhores bailarinas que já existiu, também tem sérios problemas de visão?
Os médicos aconselharam Alicia a abandonar o balé para sempre, mas é claro que ela não quis. Alicia chegou a ter que parar por um tempo, mas logo voltou a dançar e continuou a ser a maravilhosa bailarina que sempre foi, reconhecida no mundo todo. Seu balé preferido e mais bem dançado é “Giselle”, criado no século 19, em 1841, por Jean Coralli e Jules Perrot e considerado o mais difícil do mundo por exigir muita interpretação e leveza do elenco.
Foi com “Giselle” que a bailarina foi passou a ser reconhecida mundialmente, por ter dado um novo perfil à coreografia. Nascida em 1920, Alicia não dança mais, mas ensina todo o conhecimento que tem sobre balé a seus alunos. Uma vez, em entrevista a um jornalista que perguntou qual era a melhor coisa da vida, ela respondeu “a própria vida”.
E você, o que já fez para perseguir seus sonhos, apesar das dificuldades? Conte sua história aqui.
A professora ensinou-lhe todos os passos, assim como orientou as outras alunas sobre como ajudar a nova aluna a se orientar na sala e a dançar cada vez melhor. Afinal, elas iriam se apresentar no palco com um figurino lindo de borboletas ao som de uma melodia que dava a impressão de estarem voando. Só quem dança sabe.
Marcela tem nove anos e nasceu cega, por isso não sabia que bicho era esse. Suas amigas colocaram várias borboletas em suas mãos para que ela sentisse as asas e pudesse interpretar a mesma delicadeza no palco. Deu certo! Ela estreou toda bonita, guiada pela vontade de realizar o sonho e ouvindo, um pouco ansiosa, que a plateia estava lotada.
Na vida real, temos vários exemplos de bailarinos e bailarinas que não enxergam e dançam (balé, sapateado, dança moderna, de salão...) tão bem quanto qualquer outro. Aliás, você sabia que a cubana Alicia Alonso, uma das melhores bailarinas que já existiu, também tem sérios problemas de visão?
Os médicos aconselharam Alicia a abandonar o balé para sempre, mas é claro que ela não quis. Alicia chegou a ter que parar por um tempo, mas logo voltou a dançar e continuou a ser a maravilhosa bailarina que sempre foi, reconhecida no mundo todo. Seu balé preferido e mais bem dançado é “Giselle”, criado no século 19, em 1841, por Jean Coralli e Jules Perrot e considerado o mais difícil do mundo por exigir muita interpretação e leveza do elenco.
Foi com “Giselle” que a bailarina foi passou a ser reconhecida mundialmente, por ter dado um novo perfil à coreografia. Nascida em 1920, Alicia não dança mais, mas ensina todo o conhecimento que tem sobre balé a seus alunos. Uma vez, em entrevista a um jornalista que perguntou qual era a melhor coisa da vida, ela respondeu “a própria vida”.
E você, o que já fez para perseguir seus sonhos, apesar das dificuldades? Conte sua história aqui.
23 DE SETEMBRO INÍCIO DA PRIMAVERA
QUE DELÍCIA A PRIMAVERA CHEGOU!!!
CHEGOU TRAZENDO FLORES, POESIAS E AMORES...
É PRIMAVERA
VEM CHEGANDO A ESTAÇÃO
DE TODAS, A MAIS CHARMOSA,
TRAZ O PERFUME DAS FLORES,
TRAZ BELEZAS COMO A ROSA,
DEIXA TUDO MAIS BONITO,
DESDE A TERRA AO INFINITO,
TORNA A VIDA ESPLENDOROSA!!!
FELIZ PRIMAVERA
A TODOS OS SEGUIDORES DESTE BLOG
CHEGOU TRAZENDO FLORES, POESIAS E AMORES...
É PRIMAVERA
VEM CHEGANDO A ESTAÇÃO
DE TODAS, A MAIS CHARMOSA,
TRAZ O PERFUME DAS FLORES,
TRAZ BELEZAS COMO A ROSA,
DEIXA TUDO MAIS BONITO,
DESDE A TERRA AO INFINITO,
TORNA A VIDA ESPLENDOROSA!!!
FELIZ PRIMAVERA
A TODOS OS SEGUIDORES DESTE BLOG
TIPOS DE RELÓGIOS
Depois de conhecer vários tipos de relógios os alunos(as) do 2º Ano A – Profª Isabel, confeccionaram algumas ampulhetas, que é uma tipo de relógio que é construído por dois recipientes de vidro, com um furo entre eles. A passagem da areia pelo furo, de um recipiente para o outro, permite medir o tempo.
Com o objetivo de melhor fixação do conteúdo.
No dia da árvore, os alunos do 2° Ano B Profª Elisandra da EMEB do Bairro Santa Cruz assistiram a apresentação de um vídeo do programa “Um pé de quê” apresentado por Regina Casé,a árvore mostrada foi o ipê.
A ADI Andrezza desenvolveu com os alunos o tema: Como devemos cuidar das árvores.
Os alunos saíram da sala para ver as árvores da escola e refletir sobre como podemos contribuir para que elas se desenvolvam melhor.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
DIA DA ÁRVORE
Em comemoração ao dia da árvore e a chegada da Primavera os alunos da EMEB do Bairro Santa Cruz plantaram duas mudas de árvore no gramado da escola, da espécie Shinus, doada pela Secretaria do Meio Ambiente de Pedregulho e com a ajuda do interlocutor Nasri Meouchi.
Com o objetivo de conscientizar a comunidade escolar da importância de se preservar o Meio Ambiente desde cedo.
Plantando árvores ou reflorestando podemos fazer a diferença.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
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